Os Escafandristas celebram canções de Chico Buarque no projeto Terças no Ipanema

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Formado por Alice Passos, Renato Frazão, Luísa Lacerda e Thiago Amud

(este último, responsável pelos arranjos e direção musical), o grupo Os

Escafandristas tem como único objetivo celebrar a vasta obra de Chico

Buarque. A estreia do projeto nos palcos foi no final de 2024, em três

apresentações lotadas no Clube do Choro, além de uma audição privada

para o compositor homenageado.

 

Os Escafandristas seguem cantando a obra genial de Chico, agora no

projeto Terças no Ipanema, em única apresentação, dia 30 de setembro, às

20 horas. A banda reúne quatro dos mais interessantes nomes da nova

música brasileira – instrumentistas e “cantautores” –, e cada um

encontrou a sua própria maneira de ser ao mesmo tempo autoral e popular,

sofisticado e generoso com quem ouve, cômico e poético, cínico e

apaixonado. Como Chico Buarque.

 

No repertório, obras-primas  como “Brejo da Cruz”, ‘Morena dos olhos

d’água”, “A ostra e o vento, “Cotidiano”, “Futuros amantes”,

“Construção” e “Frevo diabo”,

 

 

 

Sobre Os Escafandristas

 

Aos nove anos, Alice Passos entrou para a Orquestra de Sopros da Pro

Arte e fez sua primeira gravação profissional no disco Hora da Criança,

do Quarteto em Cy. De lá pra cá, cantou ao lado de Áurea Regina,

Gilberto Gil, Alaíde Costa, Dori Caymmi, Ivan Lins, Teresa Cristina e

Guinga, entre outros. Lançou seu primeiro álbum solo em 2016 (Voz e

violões), e o segundo em 2020 (Ary). Em 2024, com Breno Ruiz, lançou o

disco Milagres, pela gravadora Biscoito Fino.

 

Thiago Amud é compositor, arranjador, cantor e violonista. Lançou os

álbuns Sacradança (2010); De ponta a ponta tudo é palma-palma (2013); O

cinema que o sol não apaga (2018); São (2021) e Enseada Perdida (2025).

Além de assinar música e letra de grande parte de suas canções, Amud é

parceiro de nomes como Francis Hime e Guinga. Já foi gravado por Milton

Nascimento, Mônica Salmaso, Alcione e MPB-4.

 

O compositor e cantor Renato Frazão tem cerca de cinquenta músicas

gravadas por nomes como Xangai, Zé Renato, Juliana Linhares, Julia

Vargas, Ilessi, e os grupos Ordinarius, Pietá e Quarteto Maogani. Tem

sete álbuns lançados, incluindo Flúor (2009), do grupo Escambo (indicado

ao 21° Prêmio da Música Brasileira); Cantiga do Breu (2019), com a

violonista Luísa Lacerda, e Quarto Mundo, seu primeiro álbum solo.

 

Formada em violão erudito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro

(UFRJ), a cantora e violonista Luísa Lacerda atua desde 2013. Se

apresentou no Brasil e em países como Portugal, Alemanha, Angola,

Espanha e Estados Unidos. Gravou e dividiu o palco com grandes nomes,

como Guinga, Edu Lobo, Ná Ozzetti, Swami Jr., Cristóvão Bastos, Amélia

Rabello, Áurea Martins, Varijashree Venugopal (Índia) e Lenna Bahule

(Moçambique). Tem quatro álbuns e dois EPs lançados.

 

O projeto “Terças no Ipanema” estreou em janeiro deste ano, possui

curadoria artística própria, e sua implementação é fruto de um acordo

colaborativo com a Prefeitura do Rio de Janeiro, que integrou o Teatro

Municipal Ipanema Rubens Corrêa à Rede Municipal de Teatros.

 

 

 

Sobre o Teatro Municipal Ipanema Rubens Corrêa

 

Idealizado pelos atores e diretores Rubens Corrêa e Ivan Albuquerque, o

Teatro Ipanema foi inaugurado em 1968, erguido no quintal da casa de

Rubens, no Bairro de Ipanema, utilizado para ensaios e depósito de

cenários. Desde então, o Teatro Ipanema passou a ser palco para jovens

dramaturgos, diretores e artistas. Nomes como José Wilker, José de Abreu

e o Grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, entre muitos outros, se lançaram e