UNIFAA é o único representante do Rio de Janeiro no Projeto Rondon com terceiro lugar entre 80 IES

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Pelo segundo ano consecutivo, o Centro Universitário UNIFAA vai

participar do Projeto Rondon, iniciativa coordenada pelo Ministério da

Defesa para fomentar o voluntariado universitário e buscar soluções

inovadoras para os desafios enfrentados por populações em situação de

vulnerabilidade. E também pelo segundo ano consecutivo, será o único

representante do Estado do Rio de Janeiro. Se em 2024 a equipe composta

por estudantes e professores do UNIFAA atuou na “Operação Velho Chico”,

no sertão pernambucano, dessa vez o cenário será outro: de 8 a 27 de

julho, dois professores e oito estudantes participarão da “Operação

Amazônia”, na cidade de Barcelos (AM), primeira capital do Estado do

Amazonas. Durante esse período, os rondonistas – 88 se inscreveram no

processo seletivo –  terão a oportunidade de atuar em diversas frentes,

incluindo Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação e Saúde, que

integram o Conjunto A do Rondon. O UNIFAA alcançou a terceira colocação

geral entre 80 instituições participantes.

 

Para o Reitor Marcio Martins da Costa, a participação da instituição em

um projeto de tamanho alcance reafirma o papel do UNIFAA como referência

na promoção do desenvolvimento social e comunitário. “Ser selecionado

pelo segundo ano consecutivo para o Projeto Rondon é uma conquista que

nos enche de orgulho e reafirma o nosso compromisso com a formação

cidadã e a transformação social. Estar entre as instituições

reconhecidas pelo Ministério da Defesa demonstra a relevância das nossas

ações de extensão e o impacto positivo do UNIFAA nas comunidades onde

atuamos. Além disso, fomos eleitos o terceiro melhor projeto do Brasil,

o que reforça a qualidade do nosso trabalho e o comprometimento dos

nossos estudantes e professores em desenvolver soluções que fazem a

diferença na vida das pessoas. Esse reconhecimento fortalece ainda mais

nossa missão de formar profissionais com excelência técnica e uma visão

humanizada da sociedade”, afirma.

 

O Pró-Reitor de Extensão do UNIFAA, Alessandro Paiva, explica que a

presença do UNIFAA no Projeto Rondon “reforça o compromisso da

instituição com a extensão universitária e com a formação cidadã dos

seus estudantes. Esse envolvimento demonstra, na prática, o papel

transformador da educação ao levar conhecimento e apoio às comunidades

mais vulneráveis do país. Além disso, a continuidade no projeto reafirma

a solidez das ações extensionistas do UNIFAA, consolidando a instituição

como referência na integração entre ensino, pesquisa e extensão,

promovendo impactos sociais significativos e ampliando sua atuação em

nível nacional.”

 

 

Aumento na concorrência

 

O fato de a edição 2025 ser na Região Amazônica despertou grande

interesse por parte das Instituições de Ensino Superior (IES),

aumentando a concorrência. Além disso, diferentemente do processo

seletivo do ano passado, foi publicado apenas um edital, o que também

acabou elevando a dificuldade. Diante desse cenário, somente um trabalho

diferenciado levaria ao resultado que acabou se concretizando, conforme

explica a Coordenadora de Extensão do UNIFAA, Vivian Rodrigues: “A gente

fez um trabalho muito importante de diagnóstico para cumprir os quesitos

do edital, analisando 33 municípios no estado do Amazonas e, a partir

desse entendimento da realidade, propusemos 25 oficinas que serão

ministradas para as lideranças locais na perspectiva de que elas

repliquem isso para a comunidade e, assim, que o impacto da atuação dos

rondonistas seja sustentável.”

 

No ano passado, o UNIFAA foi a única instituição do Estado do Rio de

Janeiro presente na “Operação Velho Chico”, o que acabou se repetindo em

  1. Isso é especialmente significativo, considerando que o Projeto

Rondon teve origem justamente neste Estado, na UERJ, e hoje vemos uma

participação fluminense pequena. “Esse protagonismo, para nós, é um

grande diferencial. Poder representar o Estado e participar novamente de

um programa tão representativo – que é, inclusive, a origem da extensão

universitária no Brasil – reforça o nosso compromisso com a

transformação social por meio da educação”, explica Vivian.

 

Líder da equipe do UNIFAA na “Operação Velho Chico”, ela pôde ver de

perto o que a participação no Rondon proporciona. “Percebi que o

aprendizado dos estudantes foi muito evidente, especialmente no que diz

respeito ao contato com a comunidade. A extensão tem esse poder

transformador: quando os alunos se deparam com a realidade, entendem que

o planejamento nem sempre se concretiza da forma como foi idealizado. É

aí que entram o jogo de cintura e a flexibilidade, essenciais para

alcançar os objetivos propostos. Mesmo diante dos desafios, notei uma

evolução significativa na escuta e na maturidade dos estudantes. Eles

passaram a compreender que o diálogo é uma premissa fundamental para

qualquer ação – e esse é justamente um dos princípios da extensão: a

interação dialógica.”

 

Corroborando com o que foi dito por Alessandro e Vivian, o Reitor Marcio

Martins da Costa projeta que a instituição estará muito bem representada

pela equipe a ser selecionada: “Nosso compromisso com a excelência

acadêmica e a responsabilidade social segue firme, e essa oportunidade

reafirma a importância de um ensino superior conectado com as

necessidades da sociedade. Que esta jornada seja repleta de aprendizado

transformador, inovação e crescimento profissional e pessoal. Tenho a

certeza de que nossos professores e estudantes irão representar o UNIFAA

com excelência, reforçando nosso compromisso com a excelência, o impacto

social e a formação cidadã. Seguimos unidos, construindo conhecimento,

inspirando vidas e deixando um legado de transformação e

responsabilidade.”